E “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”, que estreia nesta sexta-feira (20 de maio) no Brasil e participa do Festival de Cannes 2011 fora de competição, não conseguiu quebrar o gelo com o público.
Poucos risos foram ouvidos durante a quarta aventura do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). No filme, ele novamente apronta mil e uma, começando por fingir-se de juiz em seu próprio julgamento, passando por uma perseguição incrível em cima de carruagens em Londres e por uma balbúrdia na sala em que encontra o rei da Inglaterra.
Depois de escapar, ele termina obrigado a colaborar com um velho amor, Angélica (Penélope Cruz), filha de ninguém menos que o terrível Barba Negra (Ian McShane), na busca pela fonte da juventude – e os ingleses liderados por Barbossa (Geoffrey Rush) e os espanhóis estão atrás da mesma coisa.
Desta vez, o diretor é Rob Marshall, de musicais como “Chicago” e “Nine”, e o resultado é um pouco mais duro, ainda que haja algumas boas sequências de ação.
O personagem novo mais promissor é Angélica, uma mulher durona que coloca Jack em seu lugar. Já o missionário Philip (Sam Claflin), totalmente sem conflitos, não diz a que veio, nem quando se apaixona por uma sereia boazinha (Astrid Berges-Frisbey) – aqui, normalmente, as sereias não são nada parecidas com as dos desenhos da Disney.
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